O que pensa um estudante de Filosofia em Portugal?

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Afinal não existe mal nenhum no Ensino da Filosofia!

Se tivéssemos que analisar a importância do ensino da filosofia em Portugal, por onde começaríamos? Bem, penso que é difícil tal análise. Um gestor ou economista diria que dada a importância das éticas e do pensamento lógico e argumentativo que se aprende na escola, o resultado de dois anos de ensino (10º e 11º ano) a longo prazo, traria uma sociedade mais "consciente", coisa que não é o caso. Se pedíssemos a um sociólogo para ajudar no processo de análise, ele diria que dada a problemática inserida nos contextos sociais e políticos e onde a descontextualização inclusiva e prática das escolas não compromete uma verdadeira aprendizagem. Se fosse um psicólogo, a analise seria mais básica, ou seja, diria que as crianças não estão preparadas para enfrentar questões secantes e abstractas e sem sentido, os psicólogos iriam mais longe dizendo que  não faz qualquer sentido ter um licenciado em filosofia a leccionar psicologia no ensino secundário. Mas o que dirá um filósofo? Ora, não há filósofos, as universidades não os criam.

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